iCarros: Carros novos, usados e lançamentos
 
 

30 dias a bordo do Renault Fluence

O sedã médio estreia o câmbio CVT e um novo motor de 2,0 litros na marca; veja como ele se sai durante um mês

11/05/2011 - Anelisa Lopes, Fernando Pedroso, Gustavo Zucchi e Aline França / Fonte: iCarros

  • Compartilhe esta matéria:
 
 
 
 
 
 
 
Renault Fluence Privilége 2.0 16V CVT
  • 1 | 20
  • Renault Fluence Privilége 2.0 16V CVT
  • Renault Fluence Privilége 2.0 16V CVT Renault Fluence Privilége 2.0 16V CVT Renault Fluence Privilége 2.0 16V CVT GPS veio sem cartão e sem controle remoto Painel indica o consumo médio em circuito misto: 7,9 km/l Renault Fluence Privilége 2.0 16V CVT Porta-malas tem 530 litros de capacidade Som tem porta auxiliar e USB Comandos no painel Ajuste de altura do banco de motorista Parte interna da porta Saída traseira de ar Porta-copos no assento traseiro Luzes de leitura no assento traseiro Porta-objetos sob o descanso de braço Limitador de velocidade Porta-óculos Acionamento do teto solar Ajuste de altura do cinto de segurança Luz do tanquinho de gasolina acende con frequência
     
 
 
 

Na garagem do iCarros está o Renault Fluence Privilége com motor de 2,0 litros 16V e câmbio CVT. Durante um mês, será colocado à prova da equipe em diversas situações. Acompanhe e mande suas dúvidas através do nosso Twitter.

30° dia
Despedida
Chega ao fim a avaliação de 30 dias com o modelo. Confira o depoimento da equipe do iCarros:
Anelisa Lopes
- Dentro do segmento do qual faz parte, o Fluence equipado com câmbio CVT é uma ótima opção para carregar a família. O design é moderno e atraente, a mecânica não decepciona, a suspensão é bem ajustada, tornando a condução confortável, e a oferta de espaço é ampla na cabine e no porta-malas. Durante a minha "estadia" com o modelo, fui parada duas vezes na rua por proprietários de Honda Civic. Ambos me questionaram como era a performance do carro. Nas duas situações, recomendei a compra se o intuito fosse ter um sedã automático espaçoso, com mais apelo familiar que esportivo.

Fernando Pedroso - O segmento de sedãs médios ganhou muita força quando o Honda Civic apareceu com um desenho mais esportivo. Com ele, o Toyota Corolla também cresceu, mas sem apelar pro design. O Fluence vai na escola conservadora do Toyota e combina isso com um porte digno de sedãs superiores. Mas, ao volante, se engana quem achar que o Renault é pacato. O motor e o câmbio CVT conversam muito bem e tornam o carro uma escolha certa. Quem procura espaço interno, também vai achar no Fluence um bom sedã médio.

29º dia
Importado e flex
"Ué, desde quando carro importado é flex?". Esta foi a pergunta do dono do posto ao frentista que estava abastecendo o Fluence com álcool, depois de ter me pedido para parar na bomba de gasolina e eu ter dito que queria colocar álcool. Hoje em dia, ser bicombustível não é só mérito de carro nacional. O argentino Fluence bebe os dois combustíveis, apesar de ter cara de "importado movido a gasolina". (AL)

28° dia
Sem retrovisor fica mais fácil
Nesta versão, o Fluence traz de série o rebatimento automático dos retrovisores externos. Para um carro que tem 4,62 metros de comprimento e 1,81 metro de largura (sem contar com os espelhos), a oferta deste item faz toda a diferença. Minha garagem, por exemplo, tem 2 metros de largura. Quando entro com o carro, basta apertar um botão para que os retrovisores sejam recolhidos. Após passar pelo portão, aciono o botão novamente e eles voltam para o lugar. O sistema também funciona, automaticamente, quando o carro é desligado e travado. (AL)

27° dia
Escola de samba
No Fluence, tudo vira música. Desde a seta para mudar de faixa, passando pelo aviso sonoro de cinto de segurança até o ruído emitido quando a porta está aberta e há algum equipamento funcionando. Se você deixar todos ligados ao mesmo tempo, pode até inventar uma dança... (AL)

26° dia
Motor fundido?
Motorista de um 1.0 com câmbio manual, a produtora de vídeos do iCarros, Aline França, foi para casa com o modelo para conhecê-lo. "O carro é bastante confortável e não senti dificuldades para lidar com a parafernália tecnológica para ligar e desligar o carro. O único problema, para mim, foi o tamanho do carro, muito grande para estacionar".

No fim de sua breve experiência, porém, Aline quase morreu de susto. "Estava em uma via em que não podia parar quando apareceu a luz vermelha STOP, abaixo do velocímetro. Como não parei imediatamente, surgiu uma frase no computador de bordo: motor fundido". Assim que desligou o carro e ligou novamente, o aviso sumiu. Como diria a cantora Pitty "Pane no sistema"? (AF)

25° dia
Sem toquinho na buzina
Você tem mania de buzinar para qualquer coisa? Com o Renault Fluence, vai ter de parar com este hábito, já que para conseguir buzinar, é preciso apertar o equipamento com força. (AL)

24° dia
E começa o frio...
Nesta semana, a temperatura em São Paulo começou a cair. Na manhã desta terça, o termômetro do carro marcou 13°C. Durante a avaliação dos 30 dias até o momento, o tanque de partida a frio localizado no motor foi abastecido duas vezes, o que não é comum, levando-se em conta que ele só é usado para auxiliar a partida do carro em situações como as de hoje, de baixa temperatura.

Ainda não tive problemas para dar a partida, mas, hoje, depois de ligado, o carro chegou a dar duas leves "engasgadas". No para-brisa dianteiro há um adesivo com a recomendação de segurar o botão por um período mais longo quando o carro estiver abastecido com álcool, o que pode justificar o consumo exagerado do combustível do tanquinho. Quem mora na região Sul, então, deve carregar um saquinho de gasolina no inverno para não ficar na mão? (AL)

23º dia
Chave com pequenas melhorias

Um proprietário de uma Renault Grand Tour, perua da antiga geração do Mégane e que antecedeu o Fluence, elogiou a chave por cartão. O carro dele também tem, mas os botões do Fluence são pintados de branco. No Mégane, os desenhos são apenas em alto relevo, mas sem nenhum destaque. Outra novidade do Fluence é a tecla que acende os faróis do carro à distância. (FP)

22º dia
Cabe muita coisa

Sábado é dia de supermercado e, para esta tarefa, o Fluence é muito bom. O porta-malas aceita toda a compra, mas é preciso tomar cuidado com os pacotes abaixo das alças da tampa. É que a abertura não é pantográfica e sim por "pescoços de ganso". Essas peças invadem o bagageiro e podem amassar as compras. (FP)

21º dia
Faróis

A versão Privilége tem como opcional um pacote que inclui os faróis de xenônio, já com o ajuste automático de altura e lavador por jato d'água, como manda a lei brasileira. Mas, ao contrário de rivais como Citroën C4 Pallas e Ford Focus Sedan, eles não são direcionais. O kit ainda tem o teto solar elétrico e custa R$ 4.000 (FP)

20º dia
Consumo na estrada

Com álcool no tanque, o Fluence andou um longo trajeto pela estrada, mas não registrou um consumo muito animador. Ficou na média de 8 km/l rodando a 100 km/h de máxima. A luz do tanque de partida a frio voltou a acender, mas só couberam 300 ml de gasolina nele. Segundo o manual, a capacidade é de 500 ml. (FP)

19º dia
Controlador e limitador

O Renault Fluence herdou duas funções interessante do Mégane: o controlador de velocidade, presente em quase todos os carros da categoriia, e o limitador. Com ele, você programa uma velocidade máxima e acelera à vontade que ele não vai passar disso, a não ser que seja uma emergência. Basta pisar fundo para ele desrespeitar um pouco a regra, mas depois voltar ao normal. (FP)

18º dia
Muuuuuuuu

Em uma rápida viagem para o interior de São Paulo, o Fluence se mostrou silencioso e confortável na estrada. Em velocidade constante de 120 km/h, o giro se mantém entre 3.000 e 3.500 rpm e ainda deixa muita potência e torque de sobra para ultrapassagens. O GPS perde sinal em alguns trechos, mas avisa todos os radares alguns segundos antes. O som pode ser escolhido e, curioso, entre as opções, tem um mugido de vaca. É claro que foi o eleito. (FP)

17º dia
Habemus GPS

Para que o navegador GPS funcione, é preciso um cartão SD e um controle remoto, fornecidos só agora pela concessionária Renault, onde a frota de avaliação da imprensa é administrada. A primeira navegação foi bastante precisa e o sinal é localizado muito mais rápido do que com os GPS avulsos. O motorista pode escolher desde um endereço até pontos de interesses pré definidos. (FP)

16º dia
Grande, mas dócil
Apesar dos seus 4,62 metros de comprimento e 1,81 m de largura (sem contar com os retrovisores), é fácil manobrar/estacionar o Fluence. Grande parte desta facilidade pode ser creditada à direção elétrica, que é bastante leve, tornando possível manobrar o carro com uma mão. No momento de fazer curvas e em velocidades mais altas, no entanto, a direção fica um pouco mais pesada para aumentar o nível de segurança. O difícil, apenas, é achar uma vaga nas ruas de São Paulo que acomode o modelo. (AL)

15° dia
Na mesma pegada do Mégane
Assim como relatado pelos colegas Gustavo Zucchi e Fernando Pedroso, passei pela mesma situação de "anonimato" com o Fluence. Diante de uma amiga que gosta muito de carros, ouvi "que Renault bonito. É novo, né? Acabaram de lançar? Porque nunca vi na rua". Eu devo admitir ter visto uma ou duas unidades desde que as vendas começaram, no primeiro trimestre deste ano.

A verdade é que, apesar de ser um bom produto, o Fluence está seguindo os mesmos passos do seus apagado antecessor Mégane. Na lista dos mais vendidos da Fenabrave, de março até hoje, foram emplacadas apenas 1.625 unidades, posição que o coloca atrás dos sedãs VW Jetta, Ford Focus Sedan, Citroën C4 Pallas, Nissan Sentra, Fiat Linea, Chevrolet Vectra, Kia Cerato, Honda Civic e City, além de Toyota Corolla. Que tal dar mais exposição ao Fluence, Renault? (AL)

14º dia
Sexta marcha
Um dos comparativos realizados pelo iCarros no início deste ano foi entre o Renault Fluence e o Toyota Corolla, ambos em suas versões manuais de seis velocidades. Como fiz a avaliação, tive a oportunidade de conhecer o sedã com a caixa manual. O desempenho em relação à versão automática CVT é bastante diferente.

Para quem procura uma tocada mais esportiva e ágil, a opção manaual é mais indicada. As primeiras relações de marchas são mais curtas, o que favorece a performance na cidade, enquanto, na estrada, a sexta marcha atua como overdrIve e permite uma aceleração mais linear, menos consumo de combustível e esforço/ruído do motor.

A transmissão CVT não decepciona, mas também não emociona. É ideal para quem vai transportar a família e deseja, sobretudo, conforto para rodar, tanto na estrada como nas vias urbanas. (AL)

13° dia
Não se esqueça do tanquinho
A tecnologia bicombustível está presente em todas as versões do Fluence e com o modelo avaliado pelo iCarros não é diferente. Para quem comprou um modelo flex recentemente e se deparou com uma luz de uma bomba de combustível no painel (como a que aparece na foto): não se esuqeça de abastecer o tanquinho de gasolina que fica no motor. Sua função é auxiliar a partida do carro quando a temperatura está baixa, como tem acontecido nesta semana, em São Paulo. (AL)

12º dia
Duas opções com CVT
Há duas versões equipadas com câmbio CVT na linha do Fluence, a Dynamique, que custa R$ 64.990, e a Privilège, que sai por R$ 75.990. A última, avaliada pelo iCarros, traz como itens de série: CP player com comandos na direção, bluetooth, sistema de navegação, bancos de couro, direção elétrica, retrovisor interno eletrocrômico, retrovisores externos rebatíveis, rodas de liga leve de 17 polegadas, airbags frontais, laterais e de cortina, controle de estabilidade e de tração, freios ABS com distribuição eletrônica de frenagem, limitador de velocidade e sensor de estacionamento traseiro. Opcionalmente, há farois de xenônio com regulagem de altura e lavador e teto solar elétrico. (AL)

11º dia
Carona

É difícil encontrar um carro médio que acomode quatro adultos com folga no banco de trás. A boa surpresa do Fluence foi na hora de dar uma carona para cinco amigos. (GZ)

10º dia
Caro
Neste final de semana, o Fluence enfrentou diversos tipos de situações, desde estradas livres de madrugada até congestionamentos. Segundo o computador de bordo, a diferença de consumo foi pequena não importando a situação: a média ficou em 7,3 km/l o tempo todo. Com esse enorme passeio pela cidade de São Paulo, o resultado foi quase um tanque cheio (de gasolina) e o bolso mais vazio. (GZ)

9º Dia
Compras
Os 530 litros do porta-malas do Fluence vieram bem a calhar. Com uma visita ao supermercado para muitas compras, o carro foi lotado de sacolas plásticas e caixas. O problema foi na hora de estacionar. Com a garagem pequena, o sedã quase não coube, tendo que o portão ficar aberto para que a tampa do porta-malas fosse aberta e o compartimento descarregado. (GZ)

8º Dia
Pouco conhecido
Primeiras impressões atrás do volante do novo sedã da Renault são boas. O carro é bastante confortável e, por fora, bonito a ponto de chamar a atenção de muita gente na rua. Apesar disso, muitos não sabem de que carro se trata. Em dois estacionamento frequentados na noite de sexta-feira, o Fluence foi classificado primeiro como "Corsa" e o segundo foi chamado apenas de "importado” (o modelo é feito na Argentina). (GZ)

7º dia
Linhas

O desenho do Fluence inaugurou uma nova identidade visual para a marca no Brasil. A grade lisa com entradas de ar no para-choque logo foi adotada pelo Sandero. Outros carros da marca, em breve, também terão esses detalhes. (FP)

6º dia
Bluetooth não conversa

Tentei parear meu celular com o sistema de Bluetooth do Renault Fluence e não obtive êxito. Segui as instruções do manual, mas nem o aparelho móvel acha o Renault e nem o contrário. Costumo fazer em todos os carros com o equipamento e nunca aconteceu isso. (FP)

5º dia
Continuamente variável

O nome CVT ainda parece estranho, mas já está no mercado brasileiro desde 2004 com a chegada do Honda Fit. Ao contrário das caixas automáticas tradicionais, o modelo não utiliza engrenagens e sim uma polia que corre em cones, variando sua posição. Por isso não há troca de marchas, mas apenas o som do motor aumentando nas arrancadas citadas no 2º dia. No caso do Fluence há trocas seqüenciais, mas isso é apenas uma simulação de cinco velocidades. (FP)

4º dia
Chave de cartão

Assim como no antecessor Mégane, o Fluence tem um cartão no lugar da chave. Mas, ao contrário do modelo antigo, não é mais preciso colocar a peça em uma fenda do painel. Basta estar com ela no bolso para as portas já destravarem e a ignição ser dada ao toque do botão. Mas isso gera um problema como o de hoje, esquecer de entregar o cartão para um manobrista, que não vai conseguir abrir a porta e nem estacionar o sedã. (FP)

3º dia
Na estrada

O Fluence foi para a estrada com um bebê conforto no banco traseiro. Mas, para acomodar o modelo usado, foi preciso puxar o banco do motorista para frente, que estava regulado para mim, com 1,79 m de altura. O mesmo não aconteceu com um Peugeot 408 avaliado dias antes. O Fluence tem 2,70 de distância entre-eixos, apenas 1 cm a menos que o rival. O porta-malas foi cheio e isso não foi problema para os 530 litros de capacidade. (FP)

2º dia
Atenção

O Fluence chamou a atenção na cidade. As pessoas olham com curiosidade, apontam e comentam sobre o novo Renault. O câmbio, em arrancadas, faz o motor falar alto, mas basta aliviar o pé para diminuir o ruído. Estacionar o sedã não é tarefa das mais fáceis, já que ele mede 4,62 m, 4 cm a mais que um Chevrolet Vectra e 14 cm a mais que o Honda Civic. (FP)

1º dia
Estreias

O Fluence trouxe algumas inovações para a linha Renault, como o novo motor de 2,0 litros 16V e o câmbio CVT. O conjunto vem da Nissan, empresa que tem aliança com a Renault, e é usado no Sentra. Na versão escolhida, o sedã tem um navegador GPS (sigla em inglês para sistema de posicionamento global) embutido no painel, mas veio sem o cartão com os mapas e o controle remoto, já solicitados para a fabricante. (FP)

  • Compartilhe esta matéria:
 

Faça seu comentário