Grand Vitara é mais um urbano 4x4

A terceira geração do SUV da Suzuki virá importada do Japão com preços entre R$ 89.700 e R$ 94.700

22/09/2008 - Thiago Moreno / Fotos: Divulgação / Fonte: iCarros

 
 
Estepe na tampa do porta-malas indica o DNA 4x4 do Vitara.
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  • Estepe na tampa do porta-malas indica o DNA 4x4 do Vitara.
  • Estepe na tampa do porta-malas indica o DNA 4x4 do Vitara. Modelo está maior na 3ª geração. Detalhe dos faróis. Painel. Porta-malas de 700 litros. Com os bancos rebatidos, a capacidade chega a 2.000 litros. Painel da porta do Vitara. Comandos das portas, vidros e espelhos. O Grand Vitara trazido do Japão deverá conviver com o Tracker.
A terceira geração do Suzuki Grand Vitara virá importada do Japão por R$ 89.700 (câmbio manual) e R$ 94.700 (automático). Maior e mais elegante, em nada lembra a segunda geração do modelo, que continuará a ser vendido no Brasil como Tracker, pela Chevrolet. Por fora, as linhas mais angulosas e as rodas de 17 polegadas dão um ar imponente ao carro, que também está mais refinado. A grande caixa do estepe, postada na tampa do porta-malas com uma logo da Suzuki estampada, lembra que o veículo ainda tem pretensões fora-de-estrada. Esta nova geração possui o chassi integrado ao monobloco, o que melhora a rigidez contorcional da carroceria, e suspensão traseira multi-link. À frente, um conjunto McPherson trabalha para aprimorar a estabilidade do modelo. O trabalho não é pouco: o Vitara tem 4,5 metros de comprimento e 1,81 metro de largura. A altura é de 1,65 metro. O motor 2.0 16 válvulas a gasolina de 142 cv é responsável por empurrar os 1.629 kg do modelo. Para frear tudo isso, o carro é equipado com freio a disco nas quatro rodas com ABS e EBD (Distribuição Eletrônica de Frenagem) A impressão de refinamento passada pelas linhas do carro continua na parte de dentro, o interior tem acabamento bem trabalhado. O plástico do painel tem toque agradável e a cabine está cheia de mimos para o motorista e para os passageiros. Há porta-trecos nas portas e no console central, sendo que estes se abrem com um toque no botão. Solução que agrada ao público feminino, fã deste tipo de veículo. Para quem for mais vaidoso, os dois para-sóis do Grand Vitara possuem espelhos. Para viagens, o porta-malas comporta 700 litros, com os bancos traseiros bipartidos na posição normal. Se forem rebatidos, a capacidade aumenta para 2.000 litros. Ele aparenta ser bem maior por dentro do que realmente é por fora e há espaço para quatro ocupantes viajarem com conforto. Um quinto passageiro fica um pouco apertado no banco traseiro. A Suzuki dá duas opções de compra para que quiser o novo Grand Vitara: a com caixa manual e a com trocas automáticas. O único opcional que será fornecido pela fábrica é o acabamento dos bancos em couro, que custará R$ 1.800. Outros acessórios, como racks e estribos serão disponibilizados pelas concessionárias e ainda não têm preços definidos. Pelo dinheiro gasto, você adquire um veículo com tração nas quatro rodas em tempo integral, com bloqueio de diferencial e caixa de redução para os terrenos mais difíceis, sistemas selecionados por meio de um botão no painel. O Grand Vitara ainda possui direção hidráulica, ar-condicionado digital, CD player com MP3, acionamento elétrico de espelhos, portas e vidros e banco do motorista com ajuste de altura. O volante também possui esta facilidade. O ajuste de profundidade não fez falta. Como anda o novo Grand Vitara O teste drive com o lançamento compreendeu um percurso misto de estrada e terra. O modelo testado foi o manual de cinco marchas. No asfalto, o Vitara destila seu requinte. Em quinta marcha, a 80 km/h, o carro é bastante silencioso e é possível até ouvir os grandes pneus 225/65 R17 de uso misto em atrito com o chão. Apesar do tamanho, é bastante estável mesmo em curvas acentuadas e não oscila nas mudanças de direção, o que dá uma sensação de segurança ao motorista. Na estrada, o modelo é bastante civilizado. O câmbio manual é macio, mas é um pouco impreciso nos engates.
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