Nosso ponto de vista sobre os carros que circulam pelas ruas.
29/04/2009 - Anelisa Lopes, Fernando Pedroso, Guilherme Silva e Thiago Moreno
Fonte: iCarros
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Gol a partir de R$15.000 |
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Palio a partir de R$11.900 |
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Fiesta a partir de R$10.000 |
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Celta a partir de R$15.500 |
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Corolla a partir de R$28.000 |
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Civic a partir de R$28.000 |
| *estoque sujeito à disponibilidade. | |
Desde 28 de abril, um Peugeot 207 1.4 XR S, equipado com câmbio manual, está na garagem da redação do iCarros para uma avaliação durante 100 dias. Neste período, vamos falar tudo sobre o modelo e mostrar seus prós e contras. Confira os depoimentos da equipe.
100º dia
Despedida
Lá se foi o 207. Foram 100 dias de avaliação e 4.178 quilômetros rodados, no trânsito e em trechos rodoviários. Neste período, pudemos avaliar grande parte dos pontos positivos e negativos do veículo, resumidos abaixo.
Positivos: desempenho do motor 1.4 bastante satisfatório na estrada, bom nível de acabamento, aparência externa atraente, estabilidade, dirgibilidade e consumo entre 6,3 e 7 km/l com álcool.
Negativos: preço, avaliação de reparabilidade do Cesvi (a mais cara entre os concorrentes), nível de ruído aumenta conforme a quilometragem, espaço interno traseiro leva passageiros com aperto, pouca oferta de porta-objetos na cabine, pouca semelhança com o modelo europeu, apesar de levar o mesmo nome.
De uma forma geral, o 207 é uma boa opção dentro do segmento de compactos. O que conta contra a sua compra é o valor elevado e o fato de ser construído sobre a mesma plataforma do 206, enquanto na Europa, o 207 é realmente outro veículo. (AL)
99º dia
207 por Guilherme Silva
Durante o período em que rodei com o 207, pude notar que o carro tem um comportamento um tanto preguiçoso para rodar no trânsito urbano e mostra mais disposição nos trechos rodoviários. Abaixo dos 2.000 rpm o motor demora para mostrar força, principalmente em subidas. A posição de dirigir, o câmbio com engates precisos e a suspensão mais bem acertada que as dos modelos concorrentes deixam o hatch agradável de se conduzir.
A direção com assistência hidráulica é leve e facilita em manobras tanto no trânsito como em garagens apertadas. Como destacado anteriormente pela Anelisa Lopes e pelo Fernando Pedroso, a falta de porta-objetos pelo habitáculo acaba se tornando um incômodo, assim como os barulhinhos do acabamento, que ficam mais nítidos quando se passa por ruas com asfalto irregular. (GS)
98º dia
207 por Thiago Moreno
Nem acredito que o Peugeot 207 vai se despedir. Não sei se é alegria que sinto, mas tristeza não é com certeza. Ele possui uma boa posição de dirigir e o farol ilumina bem. Andei pouco com o carro para ser um profundo conhecedor mas, enquanto rodei com ele, fez tudo razoavelmente bem e não me impressionou por nada. Talvez tenha chamado a atenção pelo design, mas não de uma maneira positiva. O 207 HB é razoavelmente confortável, bem acabado e equipado. (TM)
97º dia
207 por Fernando Pedroso
De todos os que testaram os Peugeot 207, fui eu quem andou mais na estrada com ele, justamente por morar fora de São Paulo e fazer esse trajeto diário. Foi nas curvas da rodovia Raposo Tavares onde mais aproveitei o carro. Ele é bastante estável e mostra fôlego para retomadas. O conforto da suspensão é evidente e consegue manter muito bem os 90 km/h impostos pela estrada.
Na cidade, o seu habitat ideal, se mostrou bastante ágil, mas um pouco barulhento, principalmente em vias onde o asfalto não preza pelas boas condições. O espaço interno e a falta de porta-objetos, como destacado pela Anelisa, são outros pontos que me incomodaram nesse tempo. Mas para o uso cotidiano de uma pessoa sem filhos, posso dizer que o compacto da Peugeot foi aprovado. (FP)
96° dia
207 por Anelisa Lopes
Pelo fato de ter ficado a maior parte do nosso teste de longa duração com o 207, criei uma certa "familiaridade" com o compacto. Com certeza, o 207 é mais atraente que o 206; longe de estar perto do modelo europeu, ficou devendo uma atualização na parte traseira. Na cabine, o acabamento é primoroso, mas senti falta de porta-objetos durante o tempo em que permaneci com o carro. Para dar carona, a lotação máxima, com conforto, é de quatro pessoas.
Em termos de motorização, destaco o desempenho do motor após os 2.000 giros, quando ele começa a ficar esperto e chega a deixar carros de maior cilindrada para trás, como na estrada, por exemplo. Ponto positivo também para a estabilidade. O senão do 207 fica por conta de algumas peças que se soltam, ou estão mal-encaixadas, pois começam a fazer cada vez mais ruído, conforme o veículo vai ganhando quilometragem. (AL)
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