5 highlanders de quatro rodas: os modelos imortais

Alguns carros chegaram no Brasil para ficar e a vida deles parece que continuará sendo longa graças ao sucesso nas venda

19/01/2021 - Redação / Foto: Divulgação / Fonte: iCarros

Capazes de atravessar décadas no mercado, alguns modelos de automóvel acabam se tornando parte  da história. E, embora na maioria das vezes só tenham em comum com a versão inicial algumas referências estéticas e o nome, eles acabam também fazendo parte da vida de diferentes gerações de uma mesma família.

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A seguir, listamos cinco desses “matusaléns” automotivos em nosso mercado. 

1 – VW Gol 

Ele começou caixotinho, virou bolinha e, hoje, até se confunde com o irmão mais caro, Polo. Lançado em 1980 com a missão de substituir o mitológico Fusca, o Gol demorou um pouquinho para decolar, mas acabou caindo no gosto popular.

Ao longo do tempo e de muitas reformulações, em números absolutos, o compacto da Volkswagen se sagrou o campeão absoluto em termos de produção, com mais de 8,3 milhões de unidades até abril de 2020. E, também, em vendas – cerca de 7 milhões deles saíram das concessionárias brasileiras até aqui. Ainda hoje, vende bem. 

2 – Toyota Corolla 

Lançado no Japão em 1966, o Corolla é o carro mais vendido no mundo, em todos os tempos, com cerca de 44 milhões de unidades acumuladas até 2020.

Tentamos identificar algum ponto em comum entre aquele primeiro modelo japonês e o atualmente vendido aqui no Brasil (onde o carro é fabricado desde 1998), mas, além do emblema da fábrica e do nome, não restou muita coisa.

Há, no entanto, algo em comum com todas as suas – até agora – 20 gerações: confiabilidade, praticidade e um raro acerto em relação ao gosto do chamado consumidor médio global.

Seja como um modelo popular, nos EUA e na Europa, ou como integrante do segmento “premium” – como aqui no Brasil –, o Corolla é reconhecido como uma opção de compra segura. Seu nome, em latim, quer dizer “coroa de flores”, mas ele ainda parece estar bem longe de chegar aos seus últimos dias. 

3 – Ford Ranger 

Você provavelmente nem reparou, mas a Ranger já está entre nós aqui no Brasil desde 1994. E, quando chegou aqui, ela já tinha 12 anos de vida nos EUA. Isso é até pouco, se comparado à sua irmã maior, da Série F, que existe desde 1948, mas é uma vida e tanto. Claro que a picape mudou bastante ao longo desse tempo.

Quando os primeiros exemplares da Ranger chegaram por aqui, tinham um porte realmente médio e o segmento desse tipo de picape ainda começava a ganhar corpo.

Hoje, maiores e mais sofisticadas, brigam com uma meia dúzia de concorrentes ferozes. E, se o modelo não é hoje um “vencedor”, certamente dá lucro ao fabricante, tanto que a Ford vai manter sua fábrica argentina, onde ela é produzida, funcionando – diferentemente das que faziam modelos de passeio aqui no Brasil. 

4 – Honda Civic 

Embora tenha nascido no Japão em 1972 – onde foi o modelo mais vendido já no ano seguinte – o Civic era oferecido apenas como hatch e caminhonete (perua). A configuração sedã só apareceu com a segunda geração, a partir de 1980.

Aqui no Brasil, o carro só chegaria importado no começo dos 1990, em sua quinta geração, passando a ser produzido em nosso país em 1997, já novamente reformulado.

A décima primeira geração do Civic acaba de ser mostrada nos EUA – em nosso país, onde hoje é produzida a décima, essa evolução é incerta.

Com atributos de qualidade semelhantes aos que dão ótima fama ao rival Corolla, o sedã médio da Honda demonstra personalidade bem forte, gerando paixões. No mundo, já vendeu mais de 18 milhões de unidades. 

5 – Fiat Strada

A trajetória da pequena picape da Fiat começou no mercado brasileiro em 1998, quando nasceu como um dos derivados da então recente linha Palio. A Strada foi aos poucos tomando conta da preferência do consumidor, tanto dos que a utilizam como ferramenta de trabalho, quanto como veículo de lazer.

Embora tenha permanecido até o ano passado com a mesmíssima plataforma, o utilitário leve foi sendo aprimorado e ganhou opções versáteis – como cabines maiores e até duplas, com mais portas –, sem nunca perder suas maiores qualidades: robustez, preço competitivo e valor de revenda.

Reformulada, vem se mantendo líder no segmento (onde praticamente não tem concorrência de fato), a despeito da pandemia. Essa Strada ainda vai longe. 

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