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Indústria de autopeças: salários 46% acima da média nacional

25/03/2015 / Fonte: iCarros

Segundo pesquisa divulgada pela Catho, a indústria de autopeças apresenta remuneração média salarial 45,80% acima da média nacional.

Em novembro de 2014, a empresa constatou em seu último balanço que o setor de mineração, extração de óleo e gás liderava o ranking, porém assumiu a segunda posição em nova pesquisa realizada, com 42,30% a mais do que a média. Hoje, esse setor tem sua remuneração 59,79% acima da média, sendo seguido pelos setores de Fabricação e Equipamentos Elétricos, superior 38,60%, Fabricação de Papel e Similares (59,79%) e Fabricação de Equipamento e Maquinário Industrial, Hidráulico e para Construção (33,36%).

De acordo com a Fenabrave, entre as áreas que mais crescem em 2015, podem ser destacados: vigilância e transporte de valores, indústria de equipamento de entretenimento e hotelaria e turismo; com 24,05%, 20,73% e 14,17%, respectivamente.

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Recuo em fevereiro de caminhões, carros e motos

19/03/2015 / Fonte: iCarros

Segundo números divulgados pela Cetip, que opera o Sistema Nacional de Gravames (SNG), os carros 0km vendidos no Brasil em Fevereiro somaram 105,3 mil unidades – volume 28,2% menor que o de Janeiro e 29,9% abaixo do registrado no mesmo período de 2014. Já os veículos usados, com 208,1 mil unidades vendidas, representaram em recuo de 17,9% em relação a Janeiro e 12,7% ante Fevereiro de 2014.

Já quando entramos no segmento dos pesados, a venda parcelada de caminhões novos no segundo mês de 2015 somou aproximadamente 3.989 unidades – 25,9% e 67,2% a menos que em Janeiro e Fevereiro do ano passado, respectivamente. No entanto, segundo a Fenauto, foram vendidos 9,3 mil veículos pesados de segunda mão, o que representou uma retração de 11,3% ante Janeiro e 22,9% quando comparada a Fevereiro de 2014.

O difícil cenário enfrentado por automóveis e pesados também não deixou que o mercado das motocicletas saísse ileso. De acordo com a Cetip, foram parcelados no mês 63,1 mil unidades 0km (11,3% e 21,6% a menos do que Janeiro desse ano e Fevereiro de 2014, respectivamente). Já as usadas somaram 8,1 mil unidade – cerca de 11% abaixo da média de Janeiro de 2015 e Fevereiro de 2014.

Os números da Cetip mostram também que o leasing foi a modalidade que mais perdeu mais espaço. As 3,8 mil unidades entregues por essa modalidade em fevereiro apontam recuo de 45,7% ante o mesmo mês de 2014. O consórcio foi a forma de venda parcelada que apresentou a menor queda em fevereiro. Foram 60,7 mil unidades por meio de cotas contempladas, recuo de 14% na comparação com fevereiro de 2014. A menor retração da modalidade está vinculada aos autos usados, que registraram 17,1 mil unidades vendidas por essa forma de parcelamento. A retração foi de apenas 1,2% ante fevereiro de 2014.

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E o tempo também fechou para automóveis de luxo em 2015

11/03/2015 / Fonte: iCarros

Mesmo tendo escapado da crise na indústria automobilística em 2014, o mercado de automóveis Premium não conseguiu realizar a mesma manobra esse ano e, assim como quase todo o mercado, também iniciou 2015 em baixa. BMW e Mercedes-Benz, por exemplo, terminaram o primeiro bimestre em queda de 11,8% e 4,2%, respectivamente, em suas vendas no Brasil, mesmo após terem comemorado volumes recordes no ano passado.

A Volvo também viu seu tempo fechar quando registrou queda de 18,5% no mesmo período; enquanto que a Jaguar apresentou recuo de 13,2% e a Land Rover, 15,3%. Todavia, foi a Porsche que, apresentando resultados ruins desde 2014, liderou o movimento de retração com 32,1% de variação negativa.

Segundo a Fenabrave, embora mostrem maior resistência do que os segmentos populares do mercado às crises de crédito e períodos de fraca atividade econômica, os carros de luxo são igualmente sensíveis a rupturas na confiança dos consumidores.

Em balanço divulgado pela Abeifa, entidade que engloba montadoras de carros Premium e populares, revelou queda de 32,5% nas vendas associadas em Fevereiro quando comparada ao mesmo período de 2014. Em relação a Janeiro, a retração foi de 22,9%. De acordo com Marcel Visconde, presidente da Abeifa, o mercado está sentindo os reflexos de uma economia à beira da recessão. Ainda segundo suas palavras, o avanço da inflação, combinado à escala de juros, corrói a renda disponível do consumidor. "Não há indicadores que vislumbres o otimismo", afirmou.

Nessa situação, repasses de veículos se tornam mais difíceis, o que tende forçar as empresas a enxugarem estruturas para aliviar a pressão dos custos. Além disso, com o constante aumento do dólar, importadores também se encontram em situações complicadas, ao passo que o mercado não absorve os repasses de preço, segundo Visconde; o qual ainda disse que o resultado de todo esse cenário pode ser o fechamento de lojas.

"É um ano para reduzir custos e adequar a rede [de concessionárias]. Temos que emagrecer", concorda Sérgio Habib, empresário que representa a marca chinesa JAC Motors no Brasil.

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Passando o Brasil, México agora é o maior produtor de veículos da América Latina

05/03/2015 / Fonte: iCarros

Segundo dados divulgados ontem (04) pela Organização Internacional de Construtores de Automóveis (Oica), durante o Salão do Carro de Genebra, o Brasil perdeu para o México a liderança na produção de veículos da América Latina e, em 2015, também pode deixar de ser o quarto maior mercado de veículos do mundo.

De acordo com a Fenabrave, em 2014, a Oica apontou uma queda de 15,3% na produção brasileira, o que fez o país registrar o pior resultado entre os dez principais produtores do mundo, com 3,1 milhões de unidades produzidas. Em contrapartida, o México apresentou crescimento de 10%, passando a ter uma produção de 3,3 milhões de unidades e se tornando o novo líder da região.

Mesmo com um novo recorde de produção mundial alcançado no ano passado: 89,5 milhões de unidades, com projeções de chegar a 91 milhões em 2015 (Oica), o Brasil não vem acompanhando esse ritmo; apresentando, inclusive, um cenário ruim nas vendas, que poderão sofrer queda de 10% em 2015 (Fenabrave).

De acordo com Van der Straaten, o desempenho do setor no País foi afetado por uma restrição no crédito, pelo impacto de barreiras ao comércio exterior e até mesmo pela proliferação de feriados por conta da Copa do Mundo. "O resultado é que o Brasil teve sua pior produção em cinco anos", disse.

Todavia, cenários de crise não restringem-se ao país do futebol: após quase 10 anos de expansão desse mercado na América Latina, em 2014, a região foi marcada por uma queda de 11% em vendas e 17% em produção. 

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2015 marcado pela queda do número de financiamentos realizados

27/02/2015 / Fonte: iCarros

Segundo dados da Unidade de Financiamento da Cetip, em Janeiro de 2015 foram realizados 497.447 financiamentos de automóveis no Brasil, o que configura uma queda de 20,4% em relação a Dezembro e 10,8% quando comparado com o mesmo período de 2014.

Considerando automóveis de passeio, comerciais leves e motocicletas, a maior parte desse número foi constituída por veículos seminovos (273.837), contra as 223.610 unidades de zero quilômetro, de acordo com a Fenabrave. Com esse resultado, os financiamentos de carro zero caíram 28,8% na comparação com Dezembro e 17,6% na variação anual, quedas maiores que da de seminovos, os quais apresentaram redução de 11,8% e 4,3% nos mesmos períodos, respectivamente.

Dentre todos os segmentos, os pesados foram aqueles que apresentaram o pior desempenho. Entre novos e usados, o índice de financiamento realizado caiu 34,9% em Janeiro, em comparação com Dezembro, e 25,2% na comparação anual. Ao todo, foram financiados 15.927 pesados – que inclui caminhões e ônibus – no primeiro mês deste ano.

Dentre as modalidades de financiamento, o leasing apresentou a maior queda em Janeiro, de 28,4% ante Dezembro, para 6,8 mil unidade financiadas. O consórcio, por sua vez, apresentou a menor retração em Janeiro, de 3,1%, para 66,6 mil unidades, nessa base de comparação, sendo a segunda modalidade mais utilizada.

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