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Gustavo Franco abordará temas relacionados à macroeconomia

23/07/2015 / Fonte: iCarros

Gustavo Franco abordará temas relacionados à macroeconomia

O ex-presidente do Banco Central, Gustavo Franco, ministrará palestra durante o 25º Congresso e ExpoFenabrave, maior evento do Setor da Distribuição Automotiva da America Latina, realizado pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (FENABRAVE), que acontece nos dias 15 e 16 de setembro de 2015, no Pavilhão Azul do Expo Center Norte, em São Paulo/SP,  e que deverá reunir 5 mil pessoas.

Com o tema “Faça a diferença. #Inove para vencer!”, o 25º Congresso e ExpoFenabrave contará com 30 palestras nacionais e internacionais. O ex-presidente do Banco Central e hoje sócio-diretor da Rio Bravo Investimentos,  Gustavo Franco, será um dos participantes do evento. Em sua apresentação que terá o título “Perspectivas Econômicas para 2015 e 2016”, o economista tratará de temas relacionados à macroeconomia no Brasil.

 “Alcançar os melhores resultados em épocas de economia retraída, como a que o mercado nacional enfrenta, é um dos grandes desafios para os concessionários de todo o País. O nosso objetivo é que a rede absorva conteúdo para conseguir superar os desafios atuais e se prepare para as demandas futuras”, comenta o Presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior.

Expofenabrave

A ExpoFenabrave, feira de negócios que acontece paralelamente ao 25º Congresso, reunirá 70 expositores nacionais e internacionais, em uma área de 15 mil m². O Banco ITAÚ é o Patrocinador Máster do evento.

www.congresso-fenabrave.com.br

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Produção de veículos é a mais baixa desde 2006

08/07/2015 / Fonte: iCarros

Com o pior desempenho na produção automotiva brasileira desde 2006, a mesma caiu 18,5% de Janeiro a Junho ante o mesmo período de 2014, apresentando 1,276 milhões de unidades. Só o segmento de caminhões registrou queda de 45,2%

 Em junho, a produção de 184 mil veículos foi a mais baixa para o mês desde 1999, "o que demonstra a dramaticidade do setor", segundo o presidente da Anfavea, Luiz Moan.

De acordo com a Fenabrave, as vendas de veículos caíram 20,7% na primeira metade de 2015, para 1,318 milhão de unidades. O único resultado positivo para o setor foram as exportações, que cresceram 16,6%, para 197,3 mil unidades. Em valores, contudo, houve queda de 7,4%, para US$ 5,5 bilhões.

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Setor automotivo é atacado por depender do mercado interno

06/07/2015 / Fonte: iCarros

Segundo a Fenabrave, os dez anos seguidos de crescimento do setor automotivo, entre 2003 e 2013, encobriram questões que resultaram no colapso do atual cenário desse segmento, uma vez que o problema vai além da queda nas vendas.

Com a instalação de novas fábricas de montadoras como Renault, Honda, Toyota e PSA (Peugeout e Citroën), no final dos anos 1990, houve um crescimento no número de vagas da indústria automobilística brasileira, incluindo expansões de marcas já estabelecidas e de fornecedores de peças.

Tratava-se de investimentos pesados, baseados no potencial futuro do mercado que aproveitavam incentivos para a industrialização. Entretanto, o cenário não era bom quando a produção de boa parte dessas novas unidades teve início, entre os anos de 1998 e 1999. As montadoras, que trabalham com projeções de longo prazo, apostaram no que estava por vir e acertaram.

Com as vendas em alta, o Brasil começou a subir no ranking dos maiores produtores de automóveis. O mercado interno se bastava, e o real valorizado estimulava a importação de componentes, ao mesmo tempo em que enfraquecia as exportações de veículos prontos.

Dessa forma, a indústria automotiva do país perdeu competitividade global, ao passo que se voltou para o mercado interno, priorizando a produção de veículos compactos, enquanto que outros países passaram a apostar e a investir na internacionalização de suas marcas.

Portanto, no momento em que se encontra a economia brasileira, sem auxílios fiscais ou um plano sólido para aproveitar a desvalorização do real e voltar a exportar, o segmento não encontra alternativas para escoar seus carros diante dos receios dos consumidores, que estão comprando menos.

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Brasil e Argentina renovam acordo automotivo

02/07/2015 / Fonte: iCarros

Conforme divulgado pela Folha de São Paulo, Brasil e Argentina assinaram na última quinta-feira, 25 de Junho, a prorrogação do acordo automotivo que estabelece as regras de isenção de tarifas de importação para veículos sejam vendidos em ambos os países.

O tratado foi renovado por mais um ano e teve vigência no dia 01 de Julho, uma vez que os países decidiram estender as condições em vigor para voltar a negociar após as eleições presidenciais na Argentina, que ocorrem em Outubro desse ano.

No acordo, as chamadas cotas flex foram mantidas, as quais permitem ao Brasil vender sem pagar um imposto equivalente a US$ 1,5 para a Argentina em troca de cada US$ 1 que compra do principal sócio do Mercosul. Portanto, os veículos devem ter pelo menos 60% das peças fabricadas dentro dos próprios países do bloco.

No entanto, ficou para o ano que vem a discussão do pedido argentino de aumentar a inserção de suas peças no mercado brasileiro. A Argentina quer que as partes fabricadas nos demais países do Mercosul tenham o mesmo tratamento das nacionais no Inovar Auto – programa brasileiro que exige conteúdo local de fabricantes em troca de isenção no IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados).

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Honda HR-V se torna líder de categoria e assume posição do Ford Ecosport

30/06/2015 / Fonte: iCarros

Mesmo com o setor em crise, a procura pelo Honda HR-V continua em alta e indo sentido contrário ao espero no momento. Segundo a Revista Autoesporte, em abril o SUV estava com 90 dias de espera e agora já é preciso aguardar até 5 meses para adquirir o carro, sendo que a versão mais procurada é a top de linha EXL.

Em posição de destaque na lista dos SUVs, em maio, o modelo ultrapassou o Ford Ecosport, até então líder da categoria, alcançando a primeira posição no ranking com 4.957 unidades emplacadas, de acordo com dados divulgados pela Fenabrave.

Atualmente, para reservar o carro é necessário dar uma entrada  de R$ 3 mil, porém uma das concessionárias procuradas por Autoesporte afirmou que não está fazendo reservas devido o intenso volume de vendas. 

Comercializado em quatro versões, que variam de R$ 69.900 a R$ 88.700, o HR-V atualmente é produzido na fábrica de Sumaré e a montadora vem tentando se adequar ao ritmo da demanda. Para isso, funcionários da Honda fazem turnos de hora extra, aumentando a produção diária de 540 unidades para 652 veículos, dos quais 240 se referem ao HR-V.

Em janeiro, dois meses antes da chegada do irmão HR-V às lojas, o Fit emplacou 5.062 unidades. Já no mês de maio, dois meses após o início da vendas do SUV,  foram 2.663. No total, o Fit teve uma queda de 47,3% nas vendas.

Atualmente, o Fit é comercializado em seis versões diferentes, as quais variam entre R$ 51.600 – modelo de entrada – e R$ 68.900 – modelo top de linha. 

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