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Um terço da queda na produção de carros no Brasil se deve à crise argentina

15/10/2014 / Fonte: iCarros

Um terço da queda na produção sofrida pelas montadoras brasileiras em 2014 está explicado pela crise argentina. De janeiro a setembro, a indústria automobilística produziu 481,5 mil veículos a menos em relação ao mesmo período de 2013, segundo a Fenabrave, sendo que a exportação de automóveis para a Argentina também caiu em 155 mil unidades devido a falta de dólar do país, o qual adotou medidas restritivas aos produtos brasileiros apesar do acordo de equilíbrio na balança comercial dos dois países.

Cerca de 80% dos carros exportados no Brasil têm a Argentina como destino, portanto, com a crise em seu maior cliente, o país corre o risco de perder relevância no comércio internacional, mesmo sendo o 7º maior produtor de veículos do mundo.

Muitos fabricantes têm vivido situações preocupantes em meio esse cenário. A fabricante de caminhões e ônibus MAN/Volkswagen exporta 35% de sua produção em Resende (RJ) para a Argentina. Juntando com a crise do mercado interno, que já apresentou queda de 13,9% nas vendas de todas as marcas de caminhões do país, a MAN tomou certas medidas para tentar amenizar os efeitos da situação como férias coletivas duas vezes em 2014 e 200 trabalhadores em lay-off (suspensão temporária dos contratos).

Além de fabricantes, outras empresas do setor também têm enfrentado problemas. A Jofund, de Joinville (SC), produtora de discos e tambores de freio da marca Fremax, diz exportar de US$ 500 mil a US$ 600 mil por mês, porém sua nova realidade se limita a uma faixa de US$ 250 mil a US$ 300 mil mensais. Com 480 funcionários, a empresa só não reduziu seu quadro de colaboradores pois conseguiu compensar tal perda vendendo para outros mercados, como EUA e Europa.

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Venda de seminovos segue em alta

04/09/2014 / Fonte: iCarros

Se comparado com os oito primeiros meses do ano passado, o mercado de veículos seminovos cresceu 4,8%, com um total de mais de 8 milhões de unidades, segundo a Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (FENAUTO).

Apesar dos números positivos no acumulado do ano, o mês de agosto apresentou um leve recuo, que segundo o presidente da FENAUTO, Ilídio dos Santos, é uma "acomodação normal do mercado". A verdade é que o mês de julho teve um resultado excelente, que acabou compensando também o baixo resultado de junho, por conta da Copa do Mundo e férias.

No mês de agosto a preferência foi por modelos com até 3 anos de uso, que somaram mais de 263 mil unidades. E quando se trata de região, a principal foi a Sudeste que apresentou um crescimento de 3% em relação ao ano passado, com mais de 600 mil unidades.

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Setor de motos revê projeção para o fechamento do ano e aponta possibilidade de desaceleração

21/07/2014 / Fonte: iCarros

Setor de motos revê projeção para o fechamento do ano e aponta possibilidade de desaceleração

Segundo levantamento divulgado pela Abraciclo – Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares, no primeiro semestre deste ano foram fabricadas 769.613 motos, contra 839.945 unidades no mesmo período de 2013, correspondendo a uma redução de 8,4%. 

O acumulado das vendas no atacado – das montadoras para suas concessionárias – apresentou queda de 12,2%, quando comparado a 2013. Foram comercializadas 716.814 motocicletas frente a 816.462 unidades no primeiro semestre do ano anterior. 

Diante dos sinais de instabilidade, a Abraciclo refez suas projeções para o fechamento do ano, prevendo possível queda de 3%, tanto para a produção quanto para as vendas no atacado.

Já na comparação mensal, a retração é ainda maior, devido em parte à antecipação das férias coletivas nas fábricas, coincidindo com o período de realização da Copa do Mundo.

Em junho, a produção ficou em 77.788 motocicletas, ante 135.980 unidades em maio, apontando decréscimo de 42,8%.

Sobre junho de 2013 (153.392 unidades), a queda chegou a 49,3%. Em junho de 2014, foram comercializadas no atacado 80.223 unidades, o que representou um recuo de 35,7% frente a maio, com 124.825 unidades.

Em relação ao mesmo mês do ano passado (139.247 unidades), a queda foi de 42,4%.

Sobre as exportações, o acumulado do primeiro semestre alcançou alta de 1,6%, com 45.479 unidades exportadas, ante 44.777 unidades no mesmo período de 2013.

Já o comparativo mensal apresentou baixa significativa de 31,5%, passando de 7.062 motocicletas exportadas em maio, para 4.840 unidades em junho.

Vendas No Varejo

O comparativo mensal de média diária de vendas de motocicletas também apresentou retração. Foram 5.193 unidades vendidas diariamente em junho, ante 6.033 unidades/dia em maio, o que corresponde a uma queda de 13,9%.

Em relação à média diária do mesmo mês de 2013 (6.252 unidades), os números apontam declínio de 16,9%.

Comercialização Mensal de Motocicletas

No acumulado do varejo no primeiro semestre, a desaceleração foi de 4,1%, com 748.285 unidades vendidas, em 2013, frente a 717.618 unidades, em 2014.

“A previsão de estabilidade anteriormente anunciada para 2014, considerando-se os números de 2013, já contemplava os impactos da Copa do Mundo nos negócios, bem como a necessidade de antecipação das habituais férias coletivas de julho para junho.

Houve um esforço de comercialização das montadoras e suas redes de concessionárias, que resultou na evolução dos negócios no primeiro trimestre, porém não se sustentou diante das seguidas retrações da demanda em abril e maio, a ponto do semestre se encerrar com 30 mil motocicletas a menos em relação à meta comercial planejada.

No segundo semestre, portanto, o setor estará focado na necessidade de recuperação dos volumes de vendas e ajustes dos estoques”, afirma o presidente da entidade, Marcos Fermanian.

 

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Seminovos acumulam alta em 2014

14/07/2014 / Fonte: iCarros

São Paulo, julho de 2013 – A Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (FENAUTO) – divulgou o último relatório sobre o comportamento do mercado de veículos seminovos e usados, que inclui automóveis, comerciais leves e pesados, motos, entre outros.

Pelo relatório, o segmento cravou 4,6% de crescimento no acumulado do 1º semestre, comparando-se com o mesmo período de 2013. 

O número de autos vendidos no mês foi 12,8% menor do registrado em maio, totalizando 590.117 unidades. 

Foram comercializados 6.120.810 seminovos de todos os tipos (automóveis, comerciais leves e pesados, motos, entre outros), nesse período.

Para o Presidente da entidade, Ilídio dos Santos, os resultados do mês não surpreenderam pela retração apresentada. 

“Tínhamos uma previsão de que o movimento em junho seria menor do que nos outros meses, já que tivemos um mês com menos dias úteis para o comércio em função da realização da Copa do Mundo e também pelas férias normais, quando o número de vendas geralmente apresenta queda. Mas, o mais importante é ressaltar que prosseguimos em uma franca recuperação de terreno, já que tivemos um crescimento de 4,6% em comparação com o primeiro semestre do ano passado. Nossa expectativa é que, com o retorno do movimento normal das atividades, depois da Copa do Mundo, o mercado deve trazer resultados positivos para os próximos meses.”

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Vendas caem 7,3% em relação ao 1º semestre de 2013

10/07/2014 / Fonte: iCarros

Vendas caem 7,3% em relação ao 1º semestre de 2013

O total de veículos de passeio e comerciais leves vendidos no primeiro semestre de 2014 foi 1.584.896, o que representa uma retração de 7,3% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o mercado comercializou 1.709.532 automóveis.

Quando comparado ao mês de maio, junho sofreu uma queda de 9,8% com 251.015 veículos emplacados, em comparação aos 278.408 licenciados no mês anterior.

Em relação ao mesmo período de 2013, quando 303.087 foram licenciados, junho sofreu uma redução de 17,2% em 2014. Os dados foram divulgados dia 07 pela Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores). 

Este é o primeiro ano de queda de vendas em relação ao ano anterior desde 2002, mas é preciso levar em consideração que, naquele momento, o mercado produziu cerca de 1,6 milhão de veículos, enquanto para 2014 está prevista uma produção total de 3,4 milhões.

O presidente da Anfavea falou também sobre a manutenção do IPI, que, "foi essencial para que as vendas não caíssem ainda mais".

De acordo com as estimativas reveladas pela associação, caso houvesse o aumento do tributo aos níveis anteriores, a queda nas vendas de populares - que atualmente está estimada em 5% - chegaria a 10%.

A produção de veículos chegou a 1.470.855 unidades no primeiro semestre e também sofreu retração em relação ao ano passado, quando o total foi de 1.767.621 carros produzidos.

A redução foi de 16,8%. No mês de junho, por sua vez, foram produzidas 205.207 unidades, o que indica uma queda de 22,6% em relação ao mês anterior, quando foram fabricados 265.272 automóveis, valor 32,4% mais baixo quando comparado ao mesmo mês do ano passado, período em que foram produzidos 303.642 veículos.

A previsão é que o segundo semestre de 2014, apesar de pior que o mesmo período do ano passado, seja melhor que o primeiro.

O presidente da Anfavea, Luiz Moan, dique "a melhoria se deve à tendência de recuperação do mercado na segunda metade do ano, além de recuperação da confiança do mercado no período pós-Copa e um número maior de dias úteis".

A primeira metade de 2014 teve em média 18 dias úteis por mês, contra 21 dias no segundo semestre. Para o acumulado do ano, a expectativa é que a produção total caia 10% quando relacionada a 2013, enquanto o número de licenciamentos deverá baixar 5,4% no período. 

Made in Brasil - as exportações do primeiro semestre tiveram uma queda de 36,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Quando comparados os meses de junho, em 2014 saíram do País 22.098 veículos, o que representa uma queda de 52% em relação ao mesmo mês de 2013. Segundo Moan, essa retração se deve à paralisação da produção em diversas montadoras, além de duas embarcações que não puderam deixar o porto e do novo programa de financiamento instaurado na Argentina.

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