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Estratégias das montadoras para driblar a queda nas vendas

29/01/2015 / Fonte: iCarros

Com 213,6 mil veículos vendidos no Brasil até terça-feira (27), segundo dados divulgados no Jornal Estadão, as vendas caíram 17,5% em Janeiro quando comparada com o mesmo período de 2014 e 30% numa comparação com Dezembro do ano passado. Dessa forma, devido a crise que se abateu sobre a indústria automotiva, diversas empresas do ramo iniciaram nova rodada de férias coletivas, folgas extras no carnaval e programas de demissão voluntária (PDV).

A Renault, por exemplo, começou seu PDV para trabalhadores das unidades de automóveis e utilitários esportivos da fábrica de São José dos Pinhais (PR; imagem acima), sendo que, de acordo com o dirigente do Sindicato dos Metalúrgicos local, Jamil Davila, são estimadas de 500 a 1.000 adesões.

Já a MAN Latin América – fabricante de caminhões da Volkswagen, localizada em Resende (RJ) – negocia com cerca de 3,5 mil trabalhadores da produção um período de 10 a 20 dias de férias coletivas a partir de 23 de Fevereiro, sem contar em suas folgas ampliadas na parada do carnaval.

Com queda significativa também nas vendas de pesados, a Agrale, que produz caminhões, jipes, tratores e motores, apresenta ao todo 1,5 mil trabalhadores de suas fábricas em Caxias do Sul (SC) que vão estender o carnaval por uma semana inteira. Porém, mesmo com tal estratégia, a empresa pretende negociar a redução da jornada de trabalho para quatro dias por semana – medida esta que também se tornou uma possibilidade da Randon, fabricante de autopeças e implementos rodoviários que dará folgas a 7 mil funcionários de cinco fábricas no Rio Grande do Sul, São Paulo e Santa Catarina na semana do carnaval.

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Grupo BMW fechou 2014 com record de vendas

21/01/2015 / Fonte: iCarros

Contrariando a retração de 7% do mercado brasileiro automotivo em 2014 – segundo dados da Anfavea –, o Grupo BMW vendeu mais de 15 mil unidades, fechando o ano em alta de 7% e superando seu próprio record.

Arturo Pineiro, CEO do grupo no Brasil, comemorou o resultado e ressaltou que a companhia mudou de nível no país, passando de importadora a fabricante no último ano, conforme disse em comunicado. Segundo ele, 2014 representou um marco para a fabricante de veículos de luxo, ao passo que a mesma superou a instabilidade econômica do período e se destacou por uma rede de concessionárias mais abrangente.

Com o número de emplacamento crescente em todas as marcas do grupo no Brasil, o modelo BMW Série 3 – produzido em Araquari (SC) – continuou como carro-chefe do portfólio, representando 50% do total das vendas no país, de acordo com a Fenabrave.

Já a família de produtos X da BMW vendeu 4,4 mil unidades, correspondendo cerca de 30% das vendas totais da montadora. Além disso, a marca Mini completou 5 anos de atuação em terra brasileiras, emplacando 2,4 mil unidades no ano passado, o que resultou num crescimento de 26,5%.

 

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Concorrência acirrada dentro das próprias marcas

14/01/2015 / Fonte: iCarros

Segundo a redação da revista Quatro Rodas, com uma farta oferta de automóveis no Brasil, os consumidores encontram-se numa boa situação: com grande variedade de veículos e maiores chances de fecharem um bom negócio. Para as montadoras não é diferente, porém – com o mercado cada vez mais acirrado, as mesmas passaram a apresentar alternativas tão parecidas que a competição veio para dentro de casa, entre os produtos de seu portfólio. Dessa forma, o objetivo maior não é alavancar uma categoria, ou seja, o consumidor pode comprar o que quiser, desde que seja da sua marca.

Como ilustração do cenário temos o Fox e o UP!, ambos modelos da montadora Volkswagen e que circundam praticamente a mesma faixa de preço. Os dois atuam no segmento de hatches compactos, sendo que o UP! se limita em faixas de entrada e o Fox se posiciona na banda superior; se igualando quando a versão básica de um se encontra com a top de linha de outro – batendo a casa dos R$ 36.000,00.

Em termos gerais, ainda de acordo com a Quatro Rodas, o UP! e o Fox são produtos que encontram-se em diferentes momentos em seus ciclos de vida; sendo que o primeiro está em ascensão e o segundo em declínio, o qual – mesmo com sua recente reestilização – não foi o suficiente para superar o novato da VW. Isto é, estamos diante de um conflito de gerações que abre o leque de opções do consumidor!

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Hyundai e Kia preveem o pior ritmo de vendas em 12 anos para 2015

06/01/2015 / Fonte: iCarros

A Hyundai Motor e sua filiada Kia Motors, que juntas ocupam a quinta colocação em vendas de automóveis no mundo, fizeram suas projeções para 2015 e chegaram à conclusão que o crescimento desse ano será caracterizado pelo ritmo mais lento desde 2003, o que se justifica por determinadas restrições de capacidade e um iene mais fraco, dando vantagem às concorrentes japonesas.

Segundo o jornal Brasil Econômico, as duas empresas declararam nessa sexta (02) que pretendem vender 8,27 milhões de veículos em 2015, configurando uma alta de 2,5% sobre 2014 (menor índice de crescimento desde 2003, quando o mesmo ficou em apenas 2%), ficando atrás do avanço global nas vendas de automóveis, estimado em 3,9%.

De acordo com Chung Mong-Koo, presidente do Conselho do conglomerado familiar, "embora o baixo crescimento continue para a economia mundial, a incerteza política cresce nos mercados emergentes e a concorrência está se intensificando entre as montadoras".

De fato, a Hyundai e Kia têm visto o crescimento de vendas desacelerar desde que Chung pôs em prática uma moratória não oficial em novas fábricas para dar foco à qualidade há dois anos. No entanto, as montadoras disseram em 2014 que a construção de tais fábricas para a expansão de sua capacidade não ocorreu.

Sendo assim, a sul-coreana Hyundai anunciou que a construção de suas duas fábricas na China irá acontecer em 2016 e 2017, com a intenção de manter uma participação no mercado chinês superior a 10%.

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Inovar e suas inovações automotivas

19/12/2014 / Fonte: iCarros

Medida tomada pelo Governo Federal para estimular o investimento na indústria automobilística nacional, o Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores – INOVAR-AUTO – estima que até 2015 levantará mais de R$ 50 bilhões em investimentos no setor, incentivando diversos elos da cadeia produtiva, envolvendo tanto produto quanto processos e gerando inúmeras novidades que buscam reduzir custos, tempo e peso.

Na área de alumínio, por exemplo, os investimentos concentram-se principalmente no aumento da capacidade frente ao uso crescente do material em componentes antes feitos de outras matérias-primas, como ferro e aço.

Executivos dizem que esse material está definindo uma nova tendência, ao passo que é um terço mais leve do que o aço. No Brasil, atualmente é usado cerca de 70kg do material por automóvel, índice que deve chegar a 110kg até 2017, contra os atuais 155kg por veículo nas produções americanas e 144kg nas europeias.

Hoje, segundo a Fenabrave, as principais oportunidade para incrementar o uso do alumínio na produção de veículos nacionais estão na fundição: aproximadamente 90% do fornecimento desse metal para a indústria concentra-se em motores e peças.

De acordo com os dados da Tekside, maior grupo de fundição de autopeças do mundo, a atual proporção de 70% de blocos de ferro para 30% de alumínio no Brasil tende a se inverter até 2017. A Nemak, especialista na produção de componentes de alumínio para a indústria automotiva, também vem fazendo grandes apostas no metal e por isso irá despender um total de US$200 milhões em sua fábrica mineira com o objetivo de atender clientes como Fiat, Ford, GM, Renault, Volkswagen, Peugeout e Citroën.

Anderson Oba, gerente de marketing da divisão da extrudados da Alcoa América Latina & Caribe, avalia que as montadoras começam a perceber que o preço mais elevado do alumínio compensa a partir de seus benefícios e retorno em médio prazo, dizendo ainda que "estamos aptos para atender toda a demanda nacional", o que nos trará vantagens de redução de peso, durabilidade e maior resistência à corrosão.

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