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Nova lei amplia leque de informações na venda de veículos

28/05/2015 / Fonte: iCarros

A partir desta segunda-feira a lei federal 13.111/2015 vai entrar em vigor para mudar algumas regras na venda veículos novos e usados. De acordo com a Fenauto, com as novas regras, a lei ampliará o leque de informações que devem ser fornecidas aos consumidores, possibilitando que ele tenha à disposição os dados necessários para fazer a opção de compra de forma segura.

Para o coordenador do Procon de Ponta Grossa, Edgar Hampf, as regras têm como objetivo oferecer ao consumidor uma condição de maior segurança para a efetivação das transações. Para isso, o fornecedor deve prestar informações sobre carga tributária (valor dos tributos sobre a comercialização) e a situação do veículo (registro de furto, multas e taxas devidas; débitos de impostos em aberto; se há ou não registro de alienação fiduciária ou liminares que impeçam sua circulação), além de trabalhar com um contrato redigido e explicado de forma clara.

Outro ponto destacado pelo coordenador é que as informações que a lei estabelece como obrigatórias ao vendedor, se não forem prestadas adequadamente, podem levar o próprio comerciante a arcar com o pagamento do valor correspondente a tributos, taxas e até multas incidentes sobre o veículo, existentes até o momento da compra. "É simples de entender: o vendedor deve explicar e revelar ao comprador a existência de qualquer pendência, débito ou multa. Se não fizer isso, é o vendedor quem terá que pagar as pendências, débitos ou multas que existirem", afirma Hampf, que está alertando a todos os fornecedores que comercializam veículos automotores a adequarem-se à lei, principalmente para evitar prejuízos aos consumidores.

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Cresce a venda de seminovos e usados

21/05/2015 / Fonte: iCarros

Cresce a venda de seminovos e usados

Com o mercado de zero quilômetro em crise – aumento nos preços, quedas na vendas e concessionárias fechadas – o comércio de seminovos e usados sobreviveu à recessão e fechou o mês de Março com alta de 2,3% nas vendas em unidades do primeiro trimestre de 2015, segundo dados divulgados pela Fenauto.

Entre os usados, os chamados seminovos, com até três anos, lideram a preferência do consumidor, o que resultou num aumento de 26% nas vendas. Segundo Mauricio Emerich, dono da revenda R1 Motors, em São Paulo, o consumidor hoje usa muito a internet ao comprar. E, ao comparar os preços de carros zero e seminovos, consegue perceber que a diferença é grande. Segundo dados de mercado, após um ano de uso, o preço de um veículo cai cerca de 20%.

Na R1 Motors, um Evoque, da Land Rover, blindado e com 8 mil km rodados, sai por R$ 220 mil. Um modelo zero-quilômetro, com os mesmos opcionais, fica em R$ 280 mil. Já um Fox 1.0, cujo preço de tabela é de R$ 44,6 mil, pode ser encontrado em sites por cerca de R$ 36 mil após um ano de uso.

Quando o gaúcho Renan Resende da Costa, empresário de 32 anos, descobriu que seria pai, começou a busca para comprar um carro maior e mais confortável para a família, porém "se fosse pegar um novo, teria que abrir mão e pegar um modelo inferior", comenta Costa.

De acordo com a Fenabrave, o aquecimento desse mercado elevou a relação entre o número de carros usados vendidos para cada novo para 3,7 – maior índice desde 2005, qual a mesma se apresentava em 4,1 usados para cada novo. Para o gerente de desenvolvimento da consultoria Jato Dynamics, Pedro Mendes, a alta dos preços dos carros novos está levando o consumidor para a opção dos usados.

De janeiro a março, mesmo com a forte queda do mercado de carros zero, os preços subiram 4,42%, enquanto o preço dos usados ficou estável (com alta de 0,03%), segundo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Mendes explica que, além da alta do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em janeiro, houve aumento de insumos. "Em contrapartida, o usado manteve o preço e acabou ficando mais atrativo".

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Problemas nas vendas do mercado automotivo

15/05/2015 / Fonte: iCarros

Problemas nas vendas do mercado automotivo

O setor automotivo fechou o mês de Abril com números pouco convidativos: 6,53% a menos contra o mês de Março e redução de 25,19% em relação ao mesmo período de 2014, o que significa venda absoluta de 219.350 unidades.

Segundo a Fenauto, o recuo nas vendas já era previsto por especialistas, mas a recente queda fez as expectativas de 2015 se tornarem ainda piores. Hoje, é previsto queda de 18% nas vendas do setor, isto é, 2,73 milhões de unidades; sendo que, no início do ano, a previsão era de 10%.

A crise econômica do país que afetou as vendas do mercado automotivo impactou certeiramente a indústria de carros, motos, ônibus e caminhões, fazendo com que – apenas nesse ano – fossem demitidos mais de 12 mil funcionários e fechadas mais de 250 concessionárias.

A Fiat ficou em primeiro lugar na difícil corrida para vendas de automóveis no mês passado, com 37.792 unidades vendidas, representando cerca de 35% do total de vendas de Abril. A General Motors e a Volkswagen aparecem, respectivamente, em segundo e terceiro lugar no ranking de vendas do mês passado.

Além das vendas nacionais, exportações e acúmulo de carros em toque também apresentaram resultados negativos, entretanto tal realidade já estava dentro das expectativas do mercado.

Por outro lado, as vendas de seminovos subiram em 2,2% de Janeiro a Abril, de acordo com dados divulgados pela Anfavea; mostrando que os consumidores não deixaram de comprar carros, apenas tiveram que optar por comprar usados por conta do recente recuo da economia.

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Confiança do consumidor volta a crescer

29/04/2015 / Fonte: iCarros

Com uma alta de 3,3% no Índice de Confiança do Consumidor (ICC) em Abril, Aloisio Campelo, superintendente-adjunto de ciclos econômicos do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre-FGV), afirmou que, apesar de ainda não representar uma tendência, tal crescimento é um sinal de que pode haver uma pressão menor sobre o indicador ao longo do ano.

Segundo Campelo, a queda de 13,8% acumulada pelo indicador da FGV no primeiro trimestre de 2015 foi o segundo pior resultado para qualquer trimestre da série iniciada em Setembro de 2005 desde o tompo de 16,3% observado nos últimos três meses de 2008.

De acordo com matéria divulgada pela Fenabrave, Campelo citou a redução da volatilidade no câmbio e os menores riscos de racionamento de água e energia elétrica como fatores que podem ter influenciado a alta da confiança do consumidor. Ele ponderou que as faixas mais altas de renda é que concentraram a melhora da confiança em abril, o que mostra que esses dados econômicos podem ter tido grande influência na recuperação.

"Acho que tem um componente ligado à atenuação desses fatores financeiros, cambiais e políticos. Isso leva a uma avaliação e a uma expectativa menos desfavoráveis em relação à economia real", disse Aloisio.

Além disso, o superintendente afirmou que não se surpreenderia caso o índice voltasse a recuar nas próximas divulgações. "Não há uma motivação tão grande para os movimentos [de alta da confiança]", disse.

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Compra de carros será estimulada por meio de consórcios

24/04/2015 / Fonte: iCarros

Com queda acumulada de 19,7% até a primeira quinzena de Abril nos emplacamentos de veículos, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) e a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac) lançaram nesta quinta-feira (23) um projeto para tentar alavancar as vendas de automóveis, comerciais leves e caminhões 0km no país.

Conforme divulgado pela Fenabrave, se trata de uma ação para estimular consorciados que já foram contemplados a utilizarem o crédito na compra de veículos novos, sendo que cada montadora irá oferecer condições diferentes para incentivar a compra. Além de estimular o uso das cartas de crédito, as instituições esperam levar novos clientes a adquirirem cotas em consórcios.

Nos últimos seis meses, essa é a segunda ação feita pela Fenabrave para estimular as vendas de veículos. No fim de outubro, a entidade firmou acordo com a Caixa Econômica Federal e com o Banco Pan para oferecer crédito com taxas de juros mais baixas do que a média do mercado e pagamento da primeira parcela somente em 1º de março deste ano. As condições especiais terminaram em dezembro.

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