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Compra de carros será estimulada por meio de consórcios

24/04/2015 / Fonte: iCarros

Com queda acumulada de 19,7% até a primeira quinzena de Abril nos emplacamentos de veículos, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) e a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac) lançaram nesta quinta-feira (23) um projeto para tentar alavancar as vendas de automóveis, comerciais leves e caminhões 0km no país.

Conforme divulgado pela Fenabrave, se trata de uma ação para estimular consorciados que já foram contemplados a utilizarem o crédito na compra de veículos novos, sendo que cada montadora irá oferecer condições diferentes para incentivar a compra. Além de estimular o uso das cartas de crédito, as instituições esperam levar novos clientes a adquirirem cotas em consórcios.

Nos últimos seis meses, essa é a segunda ação feita pela Fenabrave para estimular as vendas de veículos. No fim de outubro, a entidade firmou acordo com a Caixa Econômica Federal e com o Banco Pan para oferecer crédito com taxas de juros mais baixas do que a média do mercado e pagamento da primeira parcela somente em 1º de março deste ano. As condições especiais terminaram em dezembro.

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Crescimento nas vendas de seminovos e usados

16/04/2015 / Fonte: iCarros

Crescimento nas vendas de seminovos e usados

Segundo dados divulgados pela Fenauto (Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores), a comercialização de veículos seminovos e usados – no primeiro trimestre de 2015 – deu sinais de uma retomada de crescimento do setor. O período fechou com 3.108.439 veículos comercializados, o que representa 2,6% a mais em relação ao primeiro trimestre de 2014.

Para Ilídio Santos, presidente da Fenauto, "os números de Março são promissores e nos trazem as perspectivas de que o veículo seminovo, cada vez mais, vem se tornando uma excelente escolha para o consumidor que deseja adquirir um veículo com qualidade, com pouco tempo de uso e um custo justo que caiba em seu orçamento", comenta. Além disso, Santos ainda ressalta que o momento enfrentado pela economia brasileira exige planejamento e estudo para se obter o maior custo benefício na compra de um bem e, por isso, o seminovo vem se destacando.

Ilídio ainda lembra outras vantagens que vêm impulsionando a escolha pelo veículo seminovo como os custos menores de IPVA e seguro, tornando sua oferta ainda mais interessante para o consumidor.

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Consórcios em alta para crédito de veículos

10/04/2015 / Fonte: iCarros

O primeiro bimestre de 2015 foi marcado por um aumento de 3,9% no número de consórcios realizados, os quais alcançaram o marcado de 24,7% no total de crédito concedido para a aquisição de veículos. Segundo dados do Banco Central, citados pela Abac, Associação Brasileira das Administradoras de Consórcio, a modalidade foi responsável pela distribuição de R$ 2,87 bilhões do total de R$ 11,64 bilhões, utilizados em outras modalidades, como CDC e leasing, por exemplo, enquanto há um ano o valor era de R$ 2,48 bilhões dentro do montante de R$ 11,95 bilhões.

De acordo com dados da Fenauto, a crescente participação do consórcio nos créditos para veículos reflete positivamente no desempenho das atividades do setor, uma vez que já foi apresentada uma alta de 7,7% no número de contemplações (quando o consorciado recebe a carta de crédito para a compra do bem) no primeiro bimestre de 2015, totalizando 230,7 mil contra as 214,3 mil contemplações de iguais meses do ano passado, sendo que, neste resultado, a Abac considera os segmentos de comerciais leves e pesados, automóveis e motocicletas.

Além disso, o número de participantes ativos nesse tipo de programa também subiu. Com alta de 8,3% em relação ao mesmo período de 2014, passou de 5,07 milhões para 5,49 milhões. No entanto, a venda de novas cotas diminuiu 6,7%, totalizando 352,9 mil unidades.

"O crescimento de consorciados ativos demonstra que o brasileiro segue ponderando a necessidade imediata ou não da aquisição de bens ou serviços. O consórcio propicia ao consumidor, diante do orçamento doméstico cada vez mais apertado, exercer planejamento financeiro indispensável, especialmente quando a inflação corrói seu poder de compra. Portanto, o momento é de avaliar com cautela as opções de futuros comprometimentos financeiros e não arcar com as atuais altas taxas de juros praticadas no mercado", comenta Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da Abac. 

Analisando por segmento, o de veículos leves – que engloba automóveis e comerciais leves – registrou 10% de aumento no número de participantes ativos nos primeiros dois meses desse ano, indo para 2,63 milhões de consorciados, recorde de participantes entre todos os segmentos. As vendas de cotas somaram 158 mil unidades nesse período, alta de 1,3% sobre igual período do ano passado. Neste grupo, 84 mil consorciados foram contemplados, 20% a mais do que o número de 2014: para isto, o segmento recebeu volume de crédito de R$ 3,41 bilhões, 20,5% acima do total distribuído há um ano.

No segmento de pesados, que inclui caminhões, ônibus, semirreboques, implementos e tratores, o relatório da Abac aponta que houve crescimento de 12,1% no número de participantes ativos, passando de 223 mil para 250 mil. Apesar da queda de 4,2% no volume de adesões (vendas de novas cotas), para 6,9 mil unidades, o volume de crédito concedido ficou estável, explicado pelo aumento de 3,8% do tíquete médio, que fechou o período em R$ 157,7 mil.

Já o setor de motocicletas fechou Janeiro e Fevereiro com 127 mil contemplações, alta de 2,4% sobre mesmo período do ano passado e o maior volume desde 2005. Mesmo com o número de participantes ativos 6,1% maior, para 2,61 milhões, o segmento concluiu o período com queda de 12,6% nas vendas de novas cotas (188 mil unidades). O volume de crédito também retraiu para R$ 2,09 milhões, ficando 11,9% abaixo do total do 1º bimestre de 2014, enquanto o valor médio da cota no mês subiu para R$ 11,2 mil, representando aumento de 1,8%.

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Indústria de autopeças: salários 46% acima da média nacional

25/03/2015 / Fonte: iCarros

Segundo pesquisa divulgada pela Catho, a indústria de autopeças apresenta remuneração média salarial 45,80% acima da média nacional.

Em novembro de 2014, a empresa constatou em seu último balanço que o setor de mineração, extração de óleo e gás liderava o ranking, porém assumiu a segunda posição em nova pesquisa realizada, com 42,30% a mais do que a média. Hoje, esse setor tem sua remuneração 59,79% acima da média, sendo seguido pelos setores de Fabricação e Equipamentos Elétricos, superior 38,60%, Fabricação de Papel e Similares (59,79%) e Fabricação de Equipamento e Maquinário Industrial, Hidráulico e para Construção (33,36%).

De acordo com a Fenabrave, entre as áreas que mais crescem em 2015, podem ser destacados: vigilância e transporte de valores, indústria de equipamento de entretenimento e hotelaria e turismo; com 24,05%, 20,73% e 14,17%, respectivamente.

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Recuo em fevereiro de caminhões, carros e motos

19/03/2015 / Fonte: iCarros

Segundo números divulgados pela Cetip, que opera o Sistema Nacional de Gravames (SNG), os carros 0km vendidos no Brasil em Fevereiro somaram 105,3 mil unidades – volume 28,2% menor que o de Janeiro e 29,9% abaixo do registrado no mesmo período de 2014. Já os veículos usados, com 208,1 mil unidades vendidas, representaram em recuo de 17,9% em relação a Janeiro e 12,7% ante Fevereiro de 2014.

Já quando entramos no segmento dos pesados, a venda parcelada de caminhões novos no segundo mês de 2015 somou aproximadamente 3.989 unidades – 25,9% e 67,2% a menos que em Janeiro e Fevereiro do ano passado, respectivamente. No entanto, segundo a Fenauto, foram vendidos 9,3 mil veículos pesados de segunda mão, o que representou uma retração de 11,3% ante Janeiro e 22,9% quando comparada a Fevereiro de 2014.

O difícil cenário enfrentado por automóveis e pesados também não deixou que o mercado das motocicletas saísse ileso. De acordo com a Cetip, foram parcelados no mês 63,1 mil unidades 0km (11,3% e 21,6% a menos do que Janeiro desse ano e Fevereiro de 2014, respectivamente). Já as usadas somaram 8,1 mil unidade – cerca de 11% abaixo da média de Janeiro de 2015 e Fevereiro de 2014.

Os números da Cetip mostram também que o leasing foi a modalidade que mais perdeu mais espaço. As 3,8 mil unidades entregues por essa modalidade em fevereiro apontam recuo de 45,7% ante o mesmo mês de 2014. O consórcio foi a forma de venda parcelada que apresentou a menor queda em fevereiro. Foram 60,7 mil unidades por meio de cotas contempladas, recuo de 14% na comparação com fevereiro de 2014. A menor retração da modalidade está vinculada aos autos usados, que registraram 17,1 mil unidades vendidas por essa forma de parcelamento. A retração foi de apenas 1,2% ante fevereiro de 2014.

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