13/02/2021 - Redação / Fotos: Divulgação / Fonte: iCarros
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A média nacional de preços da gasolina foi de R$ 4,816. Comparado aos meses de fevereiro e março do ano passado, quando o combustível apresentou médias de R$ 4,693 e R$ 4,618, é possível apontar que o valor atual já é o maior registrado no País durante todo período de pandemia de coronavírus.
Os aumentos também viraram rotina com o etanol: o preço médio comercializado no primeiro mês do ano foi de R$ 3,779, ultrapassando o maior preço registrado em 2020, que foi de R$ 3,757 em fevereiro.
Na comparação entre as regiões do Brasil, a gasolina mais cara foi encontrada na Região Nordeste. O preço médio das bombas de combustível por lá é de R$ 4,872, o que significa uma diferença de 6% quando comparada à média da Região Sul - que teve o litro comercializado a R$ 4,614.
Douglas Pina, Head de Mercado Urbano da Edenred Brasil destaca que o consumidor precisa sempre ficar atento ao melhor custo benefício para seu veículo.
"A variação de valores do etanol chega a apresentar uma diferença de 11%. Aspecto que também se refletiu no bolso dos motoristas na hora de escolher a melhor relação custo-benefício, pois considerando a margem de vantagem 70/30, a gasolina foi a opção mais econômica em 20 estados e também no Distrito Federal", diz Douglas.
Na Região Sudeste, o Rio de Janeiro tem a gasolina e o etanol mais caros, com média de R$ 5,131 e R$ 4,191, respectivamente. Enquanto isso, São Paulo registra a menor média da região nos dois tipos de combustíveis. Mesmo com os recentes aumentos, o etanol em SP é o mais baratos do Brasil com preço médio de R$ 3,093.
A Região Norte do País lidera o ranking do litro mais caro, segundo a IPTL. O combustível é comercializado a R$ 3,956 no preço médio. Em contraponto, a Centro-Oeste registrou as menores médias, com o litro sendo vendido a R$ 3,535.
O índice ainda aponta que, em janeiro, a gasolina não registrou baixa no preço médio em nenhum estado brasileiro e a maior alta foi registrada no Amazonas, com 4,59%, onde o litro foi comercializado a R$ 4,537. Em dezembro, por exemplo, a média cobrada era de R$ 4,338.
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