04/06/2019 - Thiago Moreno / Foto: Divulgação / Fonte: iCarros
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Compartilhado e “dockless”
Sim pula-pula, aquele brinquedo que você usava quando era criança para ficar pulando para cima e para baixo e que, na opinião das avós “só serve pra se machucar”. O funcionamento é muito similar ao dos patinetes elétricos em São Paulo (SP): baixa-se o app, aprova-se o cartão de crédito para o pagamento e o usuário pode começar a pegar os pula-pulas que ficam espalhados pelas cidades. O usuário não precisa deixar o pula-pula em um local específico, assim como ocorre com serviços dockless (sem estação).
Onde tem e quanto custa?
Inicialmente o serviço será oferecido nas cidades suecas de Estocolmo e Malmo, mas deve se expandir em breve para São Francisco (EUA), Paris (FRA) e Londres (ING). O custo será de aproximadamente US$ 1 para o desbloqueio e mais US$ 0,30 por minuto de uso.
Por quê?
De acordo com a Cargoroo, o pula-pula é uma opção mais rápida que caminhar e mais cômoda do que levar uma bicicleta para todos os lados. Além disso, é mais ecologicamente correta que um veículo a combustão e, nas palavras da empresa, que um scooter elétrico.
Mas é bike, patinete ou o quê?
A Cangoroo afirma que, na maioria dos países em que planeja operar, o pula-pula é considerado uma espécie de caminhada, não exigindo habilitação específica e que se obedeçam as regras de pedestres.
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