10/03/2022 - Redação / Fotos: Divulgação / Fonte: iCarros
Independentemente da expectativa do mercado pela chegada de uma nova geração em 2023, a Ford continua ampliando o leque de opções em sua linha de picapes Ranger. Dia 20 de março chega às concessionárias a versão FX4.
Custando os mesmos R$ 289 mil que a XLT – que o Marketing da empresa classifica como uma versão voltada ao cliente de uso pessoal que busca sofisticação -, a FX4 se encaixa como uma topo de linha na gama que atende ao público que busca aventura, onde até agora a Storm estava sozinha.
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“A Ranger Storm atende o cliente que quer robustez e estilo para uso off-road, sem se incomodar em abrir mão de alguns equipamentos para ter um custo-benefício melhor. Após o seu lançamento, identificamos que existe também um cliente com o mesmo perfil aventureiro, mas que exige mais requinte, tecnologia e conforto. Foi para ele que nós desenvolvemos a Ranger FX4”, diz Antonio Freitas, gerente de Marketing de Picapes da Ford.
Na parte mecânica, nada muda. Sequem o bom motor turbodiesel 3.2 Duratorq de 200 cavalos e cinco cilindros, com 47,9 kgfm de torque e o tanque de Arla (Agente Redutor Líquido Automotivo) para que se adequar às novas regras de emissões de poluentes (Proconve L7), tudo como a irmão mais simples.
O que muda no visual é total ‘falta’ de cromados, que dão lugar a detalhes negros. O interior tem bancos de couro com costuras vermelhas, acabamento também presente na alavanca de câmbio, o emblema FX4 em relevo nos encostos e outros mimos visuais e táteis.
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Por fora, grade dianteira com desenho exclusivo e logotipo da marca em destaque no centro, faróis full-LED com projetores e máscara escura, distintivo vermelho FX4 em alto relevo na traseira e o nome Ranger em grandes letras pretas.
O snorkel desenhado especialmente para ela visando travessias de lâminas d`água de até 80 cm é opcional. Mas as rodas de 18 polegadas com pneus Pirelli Scorpion 265/60 R18 All Terrain (50% on-road e 50% off-road) vêm de fábrica. Enfim, um bom player no segmento lama-chic.
Pequena história da Ranger
A Picape Forte do Brasil nunca teve sequer um parafuso fabricado por aqui. A não ser na primeira geração, lançada em 1983 nos EUA, que tinha o 2.3 fabricado em Taubaté como uma das opções de motor. Mas essa geração, que surgiu como opção menor à campeoníssima de vendas série F, não foi importada oficialmente para a América do Sul.
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A Ranger chegou aqui em 1995 – foi apresentada no Salão do Automóvel de 1994 –, em sua segunda geração, ainda fabricada nos EUA, com um parrudo motor V6 4.0 a gasolina.
Em 1997 começou a ser produzida na fábrica de General Pacheco, na Grande Buenos Aires. E em 1998 começou realmente a mostrar seu lado Raça Forte, ganhando opção de motor a diesel, tração 4x4, uma cabine dupla caprichada e aumentando a capacidade de carga do modelo inicial, de 650kg, para até 1.100 kg.
Aí estava configurada a picape de dupla personalidade – no bom sentido – que poderia fazer bonito 24 horas por dia, com a luz do sol nas fazendas, com a luz da lua nas baladas.
A geração seguinte, batizada T6, chegou nas concessionárias em 2013. Com motores mais modernos e muita eletrônica. E agora esperamos pela próxima. Quem sabe com opções híbridas.
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