No último sábado (14), a tradicional montadora inglesa McLaren anunciou que fará parte do grid do Campeonato Mundial ABB FIA Formula E em 2023, no lugar da Mercedes-Benz EQ, que aparentemente estava de saída da categoria elétrica.
Aparentemente? Sim. A McLaren assumirá a estrutura da Mercedes, tanto que o atual chefe da equipe alemã, Ian James, continuará na posição, mas com a equipe britânica.
A entrada da McLaren na Fórmula E faz parte de seu plano de expansão. A fabricante não mais integra somente o campeonato da Fórmula 1, como também da IndyCar, Extreme E, a partir deste ano, e, em 2023, a F-E.
E o momento que a McLaren escolheu para adentrar o maior campeonato elétrico do mundo foi preciso. Em 2023, a Fórmula E irá acelerar com a terceira geração de seus carros, o Gen3, que foi projetado especificamente para corridas de rua.
O Gen3 será equipado com motor elétrico de 350 kW de potência máxima, proporcionando em torno de 95% de eficiência energética. Além disso, a terceira geração do F-E está prevista para atingir impressionantes 332 km/h de velocidade máxima.
A substituição da Mercedes pela McLaren parece ser positiva para a britânica, pois não é só na F1 que a equipe alemã conquistou o título de construtores.
Estreante na temporada 2018-2019, a Mercedes é campeã mundial de F-E, tendo triunfado na tabela dos construtores em 2021. No ano passado, inclusive, o piloto Mercedes Nyck De Vries foi o campeão mundial, tornando-se o primeiro campeão mundial pela Mercedes na F-E.
Agora, na oitava temporada da categoria elétrica, a equipe alemã continua a ser um dos destaques, ainda mais tendo De Vries vencido no último domingo (15) o E-Prix de Berlim, bem como o líder do campeonato ser o piloto Mercedes Stoffel Vandoorne, que pilotou na F1 pela McLaren.
Acompanhe as novidades do mundo automotivo pelo iCarros no:
Facebook (facebook.com/iCarros)
Instagram (instagram.com/icarros_oficial)
YouTube (youtube.com/icarros)