F1: Bottas segue na Mercedes e Ocon vai para Renault

Dia é marcado por notícias de impacto em Spa-Francorchamps, onde a F1 volta de férias para o GP da Bélgica

29/08/2019 - Rodrigo França / Fotos: Divulgação / Fonte: iCarros

Depois das férias de verão, a F1 teve seu primeiro dia bastante movimentado nos bastidores do GP da Bélgica, no tradicional circuito de Spa-Francorchamps, onde iCarros está presente acompanhando as notícias do final de semana.

A movimentação da dança das cadeiras para 2020 teve início com a confirmação de mais uma temporada de Valtteri Bottas como companheiro de equipe de Lewis Hamilton na Mercedes. Depois de muitas especulações nos últimos meses (houve até quem falasse em Max Verstappen), o finlandês foi anunciado na vaga mais cobiçada do grid. Afinal, desde 2014, a equipe alemã vem consagrando todos os campeões da F1.

“Fiquei muito feliz com a renovação, foi um presente ainda mais especial para os 30 anos”, diz Bottas, que acabou de fazer aniversário. “Recebi uma mensagem do Lewis (Hamilton) também contente com o anúncio, acho que formamos um grande time e realmente não havia motivos para mudanças”, completa o finlandês.

De fato, se boa parte dos torcedores está se frustrando ao não ter um rival que incomode mais Hamilton, é importante destacar que, para o time alemão, as coisas não poderiam ser melhores. Batendo recordes de dobradinhas e conquistas de títulos, tudo se encaminha para mais uma conquista em 2019. Além disso, o time já sai favorito para 2020 também, já que as grandes mudanças de regulamento só virão em 2021.

Francês na Renault

O efeito dominó, comum nesta época do ano de anúncio de pilotos para a temporada seguinte, já começou forte no circuito de Spa-Francorchamps. Logo após a confirmação de Bottas, foi a vez da Renault anunciar que Esteban Ocon guiará pelo time em 2020 – ao lado de Daniel Ricciardo. Um francês na equipe Renault era mais do que esperado, mas Ocon tinha contrato com a Mercedes e poderia ser opção caso Bottas saísse.

A bola da vez agora é Nico Hulkenberg, agora sem vaga para o ano que vem. Seu nome é especulado na Haas, mas seu relacionamento com Kevin Magnussen (que tem contrato com o time americano para 2020) não é dos melhores.

Seja como for, quem guiar em 2020 fará parte de uma temporada histórica: pela primeira vez a F1 terá 22 corridas – algo impressionante se pensarmos que, há não muito tempo, 16 provas era considerado o número ideal. Para completar todos os GPs, os pilotos terão que percorrer 80 mil quilômetros (o equivalente a duas voltas completas na Terra sobre a linha do Equador).

Veja aqui calendário completo para a temporada 2020 da F1

Outras novidades, mas estas da temporada 2019, darão as caras em Spa: Alexander Albon fará sua estreia pela equipe Red Bull, no lugar de Pierre Gasly. O francês foi rebaixado para a vaga da Toro Rosso.

Talvez você se interesse por:
O futuro da F1: novos carros estreiam em 2021
F1 vive melhor momento dos últimos anos com GPs emocionantes
Como é ter Nelson Piquet como sogro? Perguntamos a Kvyat

“A primeira vez que corri contra o Max (Verstappen) foi em 2010, ainda no Europeu de Kart. E o curioso é que ele era o novato, já que eu sou mais velho que ele. Aqui na F1 a situação é oposta: ele é mais experiente. Mas lembro sim que já tivemos alguns acidentes correndo de kart (risos)”, diz Albon.

Quem está no paddock também na Bélgica é Marcus Ericsson – ele pode substituir Kimi Raikkonen no GP deste final de semana. O campeão mundial de 2007 sofreu uma lesão enquanto praticava esportes nas férias de verão da F1 e deve perder a corrida deste final de semana.

Os treinos começam amanhã em Spa-Francorchamps, onde iCarros acompanha a F1 com notícias direto do GP da Bélgica.

Acompanhe as novidades do mundo automotivo pelo iCarros no:

Facebook (facebook.com/iCarros)
Instagram (instagram.com/icarros_oficial)
YouTube (youtube.com/icarros)

  • Compartilhe esta matéria:
 

Faça seu comentário

publicidade

  • Seguro automóvel

    Veja o resultado na hora e compare os preços e benefícios sem sair de casa.

    cotar seguro